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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Isso também tem a ver com a palavra spin: Hélio Oiticica e a multisensorialidade dos parangolés

Por João Ricardo - blog coletivo

 



Hélio Oiticica e a multisensorialidade dos parangolés.

Hélio Oiticica foi um pintor, escultor, artista plástico e performático de aspirações anarquistas. É considerado por muitos um dos artistas mais revolucionários de seu tempo e sua obra experimental e inovadora é reconhecida internacionalmente. Uma de suas principais obras é o parangolé, expressão artística que envolve a dança os tecidos e as cores.
O parangolé vem de uma relação com a dança, o samba mais especificamente, a uma imersão no ritmo, leveza e suavidade.
São capas, ou bandeiras para serem vestidas ou carregadas por uma pessoa . As capas são feitas com panos coloridos, que podem levar reproduções de palavras e fotos interligados, que são vistos apenas quando a pessoa se movimenta. A cor ganha expressão, em conjunto com a dança e a música. A obra só existe, portanto, quando ha a interferência de alguem: a estrutura depende da ação. O participante vira obra ao vesti-lo.

No entanto, ao vestir o Parangolé o corpo não é o suporte da obra. Oiticia diz que se trata de "incorporação do corpo na obra e da obra no corpo". Então, segundo diz Oiticia, "o objetivo é dar ao público a chance de deixar de ser público espectador, de fora, para participante na atividade criadora".

O Parangolé Oticia, faz não só o espectador contemplar a cor como tambem vestir-se dela, ou seja, ser a cor propriamente dita. Ele passa a sentir a cor pelo movimento dos panos, que passa a ser percebida pelas sensaçòes produzidas pelas experiencias visuais e de movimentos. Essa maneria artistica quebra as barreiras tradicionais da forma de ver a arte somente de uma maneira visual.

FONTE: http://multissenso.blogspot.com/

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